E viva a independência!

National Gallery of Canada

National Gallery of Canada

Calma, gente! Não é que eu esteja “curtindo a vida e minha recém-adquirida ‘liberdade’ adoidado”.

É que hoje, depois de pouco mais de duas semanas um tanto quanto conturbadas aqui no Canadá, pude comemorar o nosso “Dia da Independência” de um jeito bem brasileiro: em uma festa gratuita patrocinada pela Embaixada Brasileira na National Gallery, com direito a Roda de Samba e tudo! Chique no último!

O lugar é lindo, uma das construções mais belas de Ottawa. Foi realmente incrível a oportunidade de assistir ao pôr-do-sol de “camarote”, através das paredes e tetos de vidro, por volta das 8 da noite (Ah, o verão! Pena estar acabando…). Foi aquele toque especial a uma festa que já estava bem bonita.

A celebração contou também com discurso do Embaixador do Brasil no Canadá, mais um bocado de brasileiros saudosos bastante emocionados ao cantar o hino do Brasil e meio que desajeitados tentando acompanhar o pouco conhecido hino da Independência (esse me lembrou dos tempos de colégio e suas apresentações do “coral”).

 

Festa da independência. Segunda-feira, 8 de setembro de 2008 (um dia depois do feriado), na National Gallery. Na foto, o Embaixador e a Roda de Samba.

Festa da independência. Segunda-feira, 8 de setembro de 2008 (um dia depois do feriado), na National Gallery. Na foto, o Embaixador e a Roda de Samba.

E eu, que atualmente estou “morando” em um hotel (é só por uma semana), tive a alegria de me sentir “em casa” ao ouvir tantas pessoas falando a minha língua e cantando e dançando tão felizes ao som de uma não menos animada roda de samba.

Eu já ouvi dizer que “no começo tudo são flores”, na mesma proporção em que me alertaram que os primeiros meses seriam os mais difíceis, por conta de toda essa “fase de adaptação”. Acho que cada caso é um caso. É mesmo muito diferente a visão de um turista ou estudante que vem para passar apenas algumas semanas ou meses e a de alguém que vem para trabalhar por um ano inteiro.

As preocupações são outras. No momento, luto para encontrar um lugar para morar e para entender o sem número de jargões e siglas utilizados no projeto de RH da empresa em que trabalho (post sobre essa inacreditável experiência ainda por vir). E ainda tem a saudade… Da família, dos amigos, do namorado, do “feijão com arroz” (ou de “comida de verdade” de um modo geral) e mais de um monte de coisas para as quais nunca dei muita atenção.

E por isso essa festa teve um significado ainda maior para mim. A maioria do pessoal já vive no Canadá há bastante tempo. Legal saber que todos já passaram por situação parecida e ver que hoje “estão todos bem”, mais que adaptados, aproveitando cada momento dessa aventura que é viver em um país tão diferente do seu.

Sei que fui apresentada a um montão de gente que, espero, vou ter um tanto mais de festas para ser devidamente “reapresentada”… e enfim poder lembrar o nome!

E viva a independência!

Hum... Menino de paletó, Mauricio, Isabel, Daniel, "duas meninas de preto" e Thiago (todos que eu disse o nome brasileiros). Ah! E eu de azul (e brinco do Brasil da "Feirinha de Boa Viagem"). Clique na imagem para ampliar.

Da esquerda para direita: Hum... "menino de paletó", Maurício, Isabel, Daniel, "duas meninas de preto" e Thiago (todos que eu disse o nome brasileiros). Ah! E eu de azul (e brinco do Brasil da "Feirinha de Boa Viagem"). Clique na imagem para ampliar.

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